SUBÁREAS DA
ENGENHARIA DA SUSTENTABILIDADE
A Engenharia da Sustentabilidade pode ser dividida em: gestão ambiental; sistemas de gestão ambiental e certificação; gestão de recursos naturais e energéticos; gestão de efluentes e resíduos; ecoeficiência; responsabilidade social; e desenvolvimento sustentável.
Gestão Ambiental:
A gestão ambiental é um ferramenta da área administrativa com foco na sustentabilidade. De modo que a forma de administrar é apontada para o uso de métodos que tem como objetivo reduzir o impacto ambiental da atividade. A gestão ambiental dessa forma é concebida desde o planejamento empresarial. Podemos estender este conceito a outra subárea da Engenharia da Sustentabilidade.
Sistemas de Gestão Ambiental (SGA) e Certificação:
Pode ser definida como um conjunto de diretrizes, práticas e normas, necessárias para a adoção de uma política ambiental eficiente em uma determinada instituição. A regulamentação da certificação fica regida pela ISO (International Organization for Standardization) 14000, cujo objetivo é garantir o equilíbrio e proteção ambiental, prevenindo a poluição e os potenciais problemas que esta poderia trazer para a sociedade e economia.
Gestão de Recursos Naturais e Energéticos:
De acordo com a Agenda 21 Gestão dos recursos naturais, entendida como uma particularidade da Gestão Ambiental (GA) preocupa-se em especial com o conjunto de princípios, estratégias e diretrizes de ações determinadas e conceituadas pelos agentes socioeconômicos, públicos e privados, que interagem no processo de uso dos recursos naturais, garantindo-lhes sustentabilidade. (AGENDA 21, 2000, p.16). Já a gestão dos Recursos Energéticos De acordo com Matias uma (GRE) eficiente envolve políticas de incentivo à inovação técnica e investimento em pesquisas de melhoria na eficiência. Essas ações também focam programas de gestão de demanda, ou seja, conscientização quanto ao consumo de energia. (JANUZZI, 2000, p.1) Assim é possível observa que a Gestão de Recursos Naturais e Energéticos é ferramenta que se faz necessária devido à sua grande importância, tem em vista o racionamento ou controle dos recursos finitos a nossa disposição, onde nos encontramos totalmente dependentes dos mesmos.
Gestão de Efluentes e Resíduos:
A gestão de resíduos e tratamento de efluentes tem sido por muitas décadas um grande desafio de diversos setores produtivos, e ênfase nesse tema vem sendo dada na busca de soluções que envolvam adequação de efluentes líquidos aos padrões de qualidade aceitáveis e um tratamento de resíduos que garanta o menor impacto ambiental possível. Agora levando para internacional aplicação de tecnologias apropriadas e ecológicas, com redução da utilização de recursos naturais, de desperdício, da geração de resíduos e poluição, é uma ação de prioridade mundial. A produção eficaz e a minimização da poluição são um desafio inerente às estratégias de produção mais limpa, tendo como objetivo principal evitar a geração de resíduos e emissões, a partir de um enfoque preventivo.
Ecoeficiência:
Aplicações de técnicas que priorizem além da produção o meio ambiente, buscando sempre extrair menos recurso e produzir ainda assim com a mesma qualidade ou superior. Além disso, a ecoeficiência entra com a missão de agregar valor e manter a competitividade do mercado ainda minimizando a contaminação e degradação por extração de matéria-prima.
Responsabilidade Social:
Como o próprio nome já retrata, é a preocupação da empresa além do lucro e dos gastos. Engloba o cuidado com a sociedade e o meio em que estar inserido, bem como o bem-estar dos empregados e seus familiares e ainda o cuidado ecológico. Funcionamento harmonioso com todo o social desde recursos a funcionários.
Desenvolvimento Sustentável:
Produção capaz de abastecer o que se necessita na sociedade atual, de uma maneira que não comprometa a sociedade futura, essa a definição mais conhecida e que foi definida na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD) pela ONU. A produção deve ser feita com consciência de que os recursos naturais são finitos e assim como é necessário no presente também será no futuro, por isso, deve se priorizar a qualidade em vez da quantidade.